segunda-feira, 25 de agosto de 2025
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Picada de escorpião: como prevenir, o que NÃO fazer ao ser picado e qual hospital buscar em Fortaleza
Somente no primeiro semestre deste ano, 868 atendimentos relacionados a acidentes com escorpiões foram registrados no Instituto Dr. José Frota (IJF), em Fortaleza. Desse total, 330 são casos que envolvem adultos de 30 a 59 anos.
O hospital conta com um Centro de Informação e Assistência Toxicológica que atende vítimas de intoxicações agudas, como acidentes com animais peçonhentos, incluindo escorpiões, cobras, aranhas, água-viva e outros animais.
🦂 Sensação de ardência, dor intensa e inflamação na região da picada são alguns sintomas. Segundo Kelma Maia, coordenadora do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Fortaleza (Ciatox), o escorpião mais comum possui corpo amarelado ou alaranjado, da classificação Tityus stigmurus, também conhecido como escorpião amarelo do Nordeste.
“É a espécie com maior prevalência em nossa região. É muito importante alertar a população de que os escorpiões são venenosos e os riscos aumentam de acordo com a quantidade de veneno que foi injetada no corpo humano durante a picada do inseto. A prevenção é crucial para manter o escorpião longe das residências”, aponta.
De acordo com a Prefeitura de Fortaleza, do total de casos deste primeiro semestre (868), o maior número de ocorrências foi registrado em adultos de 30 a 59 anos, com 330 atendimentos, seguido por idosos entre 60 anos a 80+, adolescentes e jovens entre 15 a 29 anos e crianças até 14 anos. Já em 2024, até junho, adultos de 30 a 59 anos foram responsáveis por 343 dos casos totais atendidos no serviço, seguido por idosos entre 60 anos a 80+, com 166 atendimentos.
De acordo com a Prefeitura de Fortaleza, do total de casos deste primeiro semestre (868), o maior número de ocorrências foi registrado em adultos de 30 a 59 anos, com 330 atendimentos, seguido por idosos entre 60 anos a 80+, adolescentes e jovens entre 15 a 29 anos e crianças até 14 anos. Já em 2024, até junho, adultos de 30 a 59 anos foram responsáveis por 343 dos casos totais atendidos no serviço, seguido por idosos entre 60 anos a 80+, com 166 atendimentos.
Fonte:G1/CE